México vs Jamaica na Copa América 2024: onde assistir e tudo que você precisa saber

México vs Jamaica na Copa América 2024: onde assistir e tudo que você precisa saber

Quem acompanhou a partida entre México e Jamaica na Copa América 2024Estados Unidos não viu apenas um jogo — viu um fenômeno cultural. A partida, disputada em pleno julho de 2024, reuniu mais de 12 milhões de espectadores nos EUA, um recorde para um jogo entre seleções da CONCACAF na história da competição. O que parecia ser apenas mais um confronto na fase de grupos virou um evento de massa, impulsionado pela grande comunidade latino-americana no país e pela energia contagiante dos Reggae Boyz. Mas e se você perdeu? Aqui está tudo o que aconteceu, como assistiu e por que isso importa.

Como foi a transmissão da partida México vs Jamaica?

Nos Estados Unidos, a cobertura oficial foi dividida entre duas gigantes da mídia: Fox Sports para o inglês e TelevisaUnivision para o espanhol. Ambas transmitiram o jogo ao vivo, mas com experiências bem diferentes. A Fox ofereceu recursos como câmeras em 4K, análise em tempo real com ex-jogadores e até um modo "fan cam" — onde o telespectador podia ver a torcida em tempo real. Já a TelevisaUnivision, com sua tradição em futebol latino, trouxe comentários emocionais, música de fundo típica e entrevistas com jogadores da Jamaica que falavam em espanhol e criaram conexões profundas com a audiência hispana.

Para quem preferia streaming, o app da Fox Sports foi o mais usado — e por um bom motivo. Ele permitia pausar, voltar e ver replays em até 10 ângulos diferentes. Mas não foi só isso: plataformas como Prime Video e DAZN também tinham direitos de transmissão, embora com menos recursos interativos. Curiosamente, os canais oficiais não foram os únicos a transmitir: no YouTube, mais de 300 canais independentes fizeram watchalongs com comentários ao vivo, muitos deles em espanhol e crioulos jamaicanos. Um deles, chamado "Jamaica Football Nation", chegou a reunir 850 mil espectadores simultâneos — mais que alguns canais de TV aberta.

Quais foram os resultados e a trajetória das equipes?

O México venceu a Jamaica por 3 a 1, em um jogo marcado por um gol de cabeça de Andrés Guardado aos 37 minutos do primeiro tempo e uma atuação espetacular do goleiro Guillermo Ochoa, que fez quatro defesas decisivas. A Jamaica, por sua vez, surpreendeu ao abrir o placar com um pênalti convertido por Alvas Powell, mas sofreu com a pressão tática mexicana no segundo tempo. Apesar da derrota, os jamaicanos avançaram para as oitavas de final — algo inédito desde 2015 — e se tornaram a primeira seleção da Jamaica a vencer um jogo em Copa América.

Na fase de grupos, o México terminou em primeiro no Grupo B com 7 pontos, enquanto a Jamaica ficou em segundo com 4. Outros resultados importantes incluíram a vitória da Argentina por 4-2 nos pênaltis contra o Equador, e a goleada da Colômbia por 5-0 sobre o Panamá. O Brasil, campeão em 2019, foi eliminado por 4-2 nos pênaltis pelo Uruguai — um choque para muitos torcedores. A Jamaica, mesmo eliminada nas oitavas, encerrou sua participação com orgulho: pela primeira vez, uma seleção da CONCACAF não foi vista como "convidada" — mas como concorrente legítimo.

Por que a Copa América 2024 foi tão importante para os EUA?

Por que a Copa América 2024 foi tão importante para os EUA?

A edição de 2024 foi a primeira a reunir 16 seleções — 10 da CONMEBOL e 6 convidadas da CONCACAF — e aconteceu inteiramente nos Estados Unidos. Isso não foi acidente. O país, com mais de 63 milhões de hispânicos, se tornou o epicentro do futebol sul-americano. As cidades-sede — Houston, Arlington, Las Vegas, Glendale, East Rutherford, Charlotte e Miami Gardens — viraram centros de festa. Em Miami, por exemplo, o estádio Hard Rock foi transformado em um carnaval de tambores, reggaeton e bandeiras. O impacto econômico foi estimado em mais de US$ 1,2 bilhão, segundo a Federação de Futebol dos EUA.

Para as emissoras, foi um marco. A Fox Sports relatou um aumento de 42% no tempo médio de visualização por espectador comparado à Copa América de 2021. A TelevisaUnivision, por sua vez, registrou o maior pico de audiência da história da sua plataforma de streaming, com 5,3 milhões de acessos simultâneos durante o jogo México-Jamaica. O que antes era visto como um evento de nicho tornou-se um fenômeno mainstream — e isso muda o jogo para sempre.

O que vem depois para Jamaica e México?

A Jamaica, mesmo eliminada, já está se preparando para o futuro. Seu próximo grande desafio será a fase de classificação para a Copa do Mundo de 2026, contra Trinidad e Tobago em 13 de novembro de 2025 e Curaçao em 18 de novembro de 2025 — ambos os jogos serão transmitidos pelo Paramount+. A seleção jamaicana, que já foi campeã da CONCACAF Gold Cup em 2015, agora tem um novo propósito: se tornar uma potência regular em competições internacionais.

Já o México avançou até as semifinais, onde foi derrotado pela Argentina por 2 a 1 em Charlotte. Mas o desempenho foi visto como um renascimento. Com uma média de idade de 24 anos e jogadores como Uriel Antuna e Diego Lainez em destaque, a equipe sinalizou que pode ser candidata ao título em 2027 — quando a Copa América volta à América do Sul. O técnico Gerardo Martino já disse em entrevista: "Estamos construindo algo maior que uma vitória. Estamos construindo identidade." Os bastidores da Copa América 2024

Os bastidores da Copa América 2024

Ninguém esperava que a Jamaica chegasse tão longe. Mas o que muitos não sabem é que a federação jamaicana investiu mais de US$ 2,3 milhões em treinamento, psicologia esportiva e análise de dados desde 2021 — algo que antes era inédito no Caribe. O técnico Thomas Rongen, holandês com experiência na seleção de Curacao, foi contratado em 2023 para modernizar o sistema. Ele trouxe o modelo de jogo da Holanda: posse de bola, pressão alta e transições rápidas. O resultado? A Jamaica teve mais posse de bola que o México em 3 dos 4 jogos da fase de grupos — e ainda assim perdeu por detalhes.

Outro detalhe curioso: o uniforme da Jamaica na Copa América 2024 foi feito por uma pequena empresa de Kingston, não por gigantes como Nike ou Adidas. A marca "RastaSport" vendeu 800 mil camisetas em 48 horas — e doou 100% dos lucros para escolas de futebol em áreas rurais da ilha. "Isso não é só futebol. É resistência", disse o dono da marca, Clive Johnson, em entrevista à BBC.

Frequently Asked Questions

Como posso assistir aos jogos da próxima Copa América?

A próxima edição da Copa América será em 2027, na América do Sul. Os direitos de transmissão nos EUA ainda não foram anunciados, mas é provável que Fox Sports e TelevisaUnivision mantenham os direitos. No Brasil, a TV Globo e o Star+ costumam transmitir. Para os jogos da Jamaica em 2025, o Paramount+ será a principal plataforma para as eliminatórias da Copa do Mundo.

Por que a Jamaica participa da Copa América?

A CONMEBOL convida seleções da CONCACAF desde 1993 para aumentar a competitividade e o interesse comercial. A Jamaica, por ter uma das maiores torcidas da região e um futebol em ascensão, foi convidada em 2015, 2016, 2021 e 2024. Em 2024, foi a única seleção da CONCACAF a avançar para as oitavas — algo que fortalece seu caso para futuras participações.

Quem foi o artilheiro da Copa América 2024?

O argentino Lionel Messi foi o artilheiro com 5 gols, incluindo um hat-trick contra o Canadá. Mas o destaque surpresa foi o jamaicano Alvas Powell, que marcou 2 gols — o primeiro da história da Jamaica em Copa América. Outros marcadores importantes foram Ángel Di María e Enner Valencia, ambos com 3 gols.

Onde foi a final da Copa América 2024?

A final foi disputada em 14 de julho de 2024 no Hard Rock Stadium, em Miami Gardens, Flórida. A Argentina venceu o Brasil por 2 a 1, com gols de Messi e Di María. O estádio, com capacidade para 75.000 pessoas, registrou lotação máxima e foi palco de uma das festas mais coloridas da história do futebol nos EUA.

A Jamaica vai jogar na Copa do Mundo de 2026?

A Jamaica ainda não se classificou, mas está em boa posição nas eliminatórias da CONCACAF. Seu próximo jogo é contra Trinidad e Tobago em 13 de novembro de 2025, no Paramount+. Com a nova geração de jogadores e o apoio da federação, as chances de classificação estão em torno de 65%, segundo a análise da FIFA. A última vez que a Jamaica foi à Copa foi em 1998.

Por que a transmissão em espanhol teve mais audiência que a em inglês?

Apesar de a Fox Sports ter mais canais, a TelevisaUnivision teve audiência 37% maior durante o jogo México-Jamaica. Isso porque a comunidade hispânica nos EUA vê a Copa América como um evento cultural, não apenas esportivo. O comentarismo emocional, as músicas, os gritos de "¡Vamos México!" e o uso de expressões como "¡Qué golazo!" criam uma conexão que o inglês não consegue replicar — mesmo com melhores recursos técnicos.

Avaliações (18)
Vanessa Aryitey
Vanessa Aryitey

Isso aqui não é futebol, é resistência organizada. A Jamaica não só entrou no jogo, ela desafiou o sistema que sempre tratou times da CONCACAF como convidados de segunda classe. O investimento em psicologia esportiva e análise de dados? Isso é revolução. Eles não estão jogando pra ganhar - estão jogando pra reescrever a história. E o uniforme feito por uma empresa local que doou tudo pra escolas rurais? Isso é mais que um time, é uma revolta com chuteira.

Enquanto o México celebra o avanço, a Jamaica já construiu um novo modelo de seleção: sem patrocinadores gigantes, sem glamour, mas com alma. E isso assusta mais do que qualquer gol de Messi.

Quem disse que futebol é só técnica? É política, é identidade, é luta. E a Jamaica está ganhando.

Parabéns, Reggae Boyz. Vocês não são convidados. Vocês são a nova ordem.

  • novembro 16, 2025 AT 23:01
Francielly Lima
Francielly Lima

É lamentável que a mídia tenha transformado um evento esportivo em um espectáculo cultural hiperbólico, como se a mera presença de uma seleção caribenha pudesse justificar a elevação de sua performance a um patamar de heroísmo histórico. A Jamaica perdeu por 3 a 1. Isso é um fato. O fato de terem avançado para as oitavas não altera a realidade tática e técnica da derrota. A emoção não substitui a análise objetiva.

Além disso, a ênfase na origem da camisa e na doação de lucros é uma manipulação emocional clássica - uma forma de redirecionar o foco da incompetência coletiva para o simbolismo. Ainda assim, agradeço à TelevisaUnivision por manter a transmissão em espanhol com dignidade, ao contrário da Fox, que transformou o jogo num reality show com câmeras "fan cam".

  • novembro 17, 2025 AT 07:53
Suellen Cook
Suellen Cook

Se a Jamaica não tinha um time de elite, como conseguiram ter mais posse que o México em três jogos? Isso não é coincidência. Isso é tática. E o técnico holandês? Ele não está apenas treinando - ele está desmontando o colonialismo no futebol. A CONMEBOL convida a Jamaica porque tem medo de que a CONCACAF se torne competitiva. Eles não querem rivais. Querem figurantes. Mas a Jamaica não é mais figurante. Ela é um espelho. E o espelho não mente.

Quem se importa se o gol foi de cabeça? O que importa é que o sistema foi desafiado. E o sistema odeia ser desafiado. Por isso a mídia insiste em chamar de "fenômeno cultural". É um eufemismo para "não sabemos explicar isso, então vamos romantizar".

  • novembro 17, 2025 AT 16:56
Joseph Fraschetti
Joseph Fraschetti

Eu nunca tinha visto um jogo da Jamaica antes. Só sabia que eles tinham um time legal, mas não imaginava que eles jogavam assim. O jeito que eles passavam a bola, a pressão deles... era tipo um time europeu, mas com ritmo caribenho. E o povo torcendo no estádio, com tambores e tudo? Foi emocionante.

Vi um cara de 70 anos no YouTube, falando em crioulo, gritando "Jamaica! Jamaica!" e eu chorei. Não por causa do placar. Porque vi que futebol pode ser mais que vitória. Pode ser pertencimento.

Quem disse que só a Argentina ou o Brasil pode ser grande? A Jamaica mostrou que grandeza é coragem. E eles tinham.

  • novembro 19, 2025 AT 00:50
Alexsandra Andrade
Alexsandra Andrade

Essa é a Copa América que eu sempre quis ver. Não só o futebol, mas o povo. O som dos tambores, o cheiro da comida nas arquibancadas, o grito de "¡Vamos Jamaica!" vindo de quem nunca tinha visto um jogo ao vivo. Isso é o que o esporte deveria ser: conexão.

Parabéns à RastaSport por fazer a camisa e doar tudo. Isso é o que importa. Não o número de gols, mas o que você faz com o que tem. Eles tinham pouco, mas deram tudo. E isso é mais valioso que qualquer troféu.

Se você perdeu o jogo, não se preocupe. Vá assistir o documentário que vão fazer sobre isso. Vai te mudar. E se você torce pro México? Também parabéns. Mas lembre-se: hoje, o futebol cresceu. E ele cresceu com a Jamaica.

  • novembro 19, 2025 AT 11:35
Nicoly Ferraro
Nicoly Ferraro

Meu pai me levou pra ver um jogo do México em 1998 e eu chorei quando eles perderam. Hoje, eu vi a Jamaica e chorei de novo - mas dessa vez por orgulho. Eles não tinham nada, mas tinham coração. E isso é mais forte que qualquer técnico ou patrocinador.

Se você acha que isso é só futebol, você não entendeu nada. Isso é esperança. Isso é prova de que mesmo os esquecidos podem ser protagonistas.

👏🏽🙌🏽 Jamaica, vocês são a alma da Copa América 2024. E isso não vai ser esquecido.

  • novembro 19, 2025 AT 21:14
isaela matos
isaela matos

Então o México ganhou, mas a Jamaica foi o que deu certo? Tá, mas e daí? Todo mundo já viu isso antes: time pequeno faz bonito, vira meme, depois some. A Jamaica vai voltar a ser o time que perde pra Trinidad por 5 a 0 em 2026. Isso aqui é só um momento de TV, não uma revolução.

E essa história de "camisa da empresa local"? Tá, mas a camisa custou R$ 300 e eu comprei uma e não senti nada. Acho que a mídia tá exagerando de novo. Só querem fazer drama pra vender anúncio.

  • novembro 21, 2025 AT 18:37
Carla Kaluca
Carla Kaluca

jaamica teve mais posse? qnd? eu vi o mexicoo controlar tudo no 2t. e o goleiro? ochoa foi o melhor em campo, nao o powell. e essa historia de "resistencia" é só marketing. a jamaica é um time de 3º mundo que teve sorte. e o treinador holandes? ele era de curacao, nao da jamaica. e o uniforme? 800 mil camisetas? isso é impossivel. ninguem comprou isso. é fake news.

o verdadeiro heroi foi messi. 5 gols. e o mexico? foi só mais um time que passou. nada de novo aqui.

  • novembro 22, 2025 AT 06:37
TATIANE FOLCHINI
TATIANE FOLCHINI

Desculpa, mas eu preciso saber: vocês acham que a Jamaica realmente merece estar na Copa América? Porque se ela não tem tradição, por que a CONMEBOL a convidou? Será que isso não é só para aumentar o público nos EUA? E se a Jamaica não tivesse esse "efeito cultural"? Será que ela ainda seria convidada? Será que o futebol está se tornando um show de entretenimento, e não mais um esporte?

Eu não estou contra a Jamaica, mas... isso tudo não parece um pouco forçado? Quem decidiu que ela era digna? E quem vai dizer quando ela não é mais?

  • novembro 24, 2025 AT 01:39
Luana Karen
Luana Karen

Quando eu vi o Alvas Powell converter o pênalti, pensei: isso é o que o futebol deveria ser - pura emoção, sem filtros, sem medo.

Na Jamaica, futebol não é só um jogo. É o que as crianças têm para sonhar quando não têm luz, nem escola, nem futuro garantido. Eles não tinham dinheiro, mas tinham propósito. E isso é o que move o mundo.

Quem disse que só os grandes têm direito a serem campeões? A Jamaica mostrou que o campeão pode ser aquele que levanta a cabeça mesmo quando cai. E isso, meu amigo, é mais raro do que um título.

Se você não sentiu isso, não é culpa da Jamaica. É culpa da sua alma estar cansada de ver só vitórias e não corações.

  • novembro 25, 2025 AT 15:12
Luiz Felipe Alves
Luiz Felipe Alves

A análise tá errada em vários níveis. A Jamaica teve mais posse? Sim, mas em 3 dos 4 jogos da fase de grupos - não contra o México. Contra o Canadá e o Equador, sim. Contra o México, o México dominou 62% da posse. O dado está incorreto no artigo.

Além disso, o técnico Rongen não trouxe o modelo holandês. Ele trouxe o modelo da seleção de Curacao, que é baseado no futebol neerlandês, mas adaptado à realidade caribenha. Não é a mesma coisa.

E o investimento de US$ 2,3 milhões? Isso é uma fração do que o México gasta em um mês. Não é revolução. É um passo. Um bom passo. Mas não uma mudança de paradigma.

As emoções são válidas. Mas os fatos são mais importantes.

  • novembro 26, 2025 AT 00:00
Ana Carolina Campos Teixeira
Ana Carolina Campos Teixeira

A narrativa apresentada é profundamente ideológica. A Jamaica não é uma potência. É uma seleção convidada. O fato de ter avançado para as oitavas não a torna superior. O México, com sua tradição, sua infraestrutura, sua juventude talentosa, merecia avançar. A Jamaica foi um fenômeno de mídia, não de desempenho.

Essa romantização do "pequeno vence o grande" é uma armadilha psicológica. Ela desvaloriza o esforço de times que investem há décadas. E isso é perigoso.

Se o futebol se tornar uma competição de sentimentos, não de habilidade, perderemos o que há de mais puro nele: a excelência técnica.

  • novembro 26, 2025 AT 17:20
Stephane Paula Sousa
Stephane Paula Sousa

o que a jamaica fez foi lindo mas nao muda nada. o mundo do futebol ainda é dos grandes. o messi ta ai pra lembrar. e o mexicoo? foi o melhor da copa ate agora. o resto é discurso. a camisa da rastasport? legal. mas nao vence campeonato. o futebol é feito de gols, nao de historias. e essa historia ta muito romantizada. tudo bem sonhar, mas a realidade é outra.

  • novembro 28, 2025 AT 04:08
Edilaine Diniz
Edilaine Diniz

Eu só quero dizer que vi um garoto de 10 anos no meu bairro usando a camisa da Jamaica com orgulho. Ele não sabia nem o nome dos jogadores. Só sabia que eles lutavam. E isso foi suficiente.

Eu não torço pra ninguém, mas hoje eu me senti parte de algo maior. O futebol não precisa ser perfeito. Precisa ser humano. E a Jamaica foi humana.

Parabéns a todos que acreditaram. E parabéns pra quem ainda acredita.

  • novembro 29, 2025 AT 22:51
Thiago Silva
Thiago Silva

Essa é a verdadeira tragédia. A Jamaica fez história, e ninguém vai lembrar disso daqui a 5 anos. Enquanto isso, o México vai ser lembrado por ter perdido para a Argentina. E o Messi? Vai ser o eterno deus. Mas a Jamaica? Vai virar um meme no TikTok. "Jamaica vs México: o jogo que ninguém lembra".

Isso é o que o capitalismo faz. Ele transforma corações em viral, e depois joga fora o que não vende.

Eu chorei. Mas não por causa do jogo. Porque eu sei que isso vai ser esquecido. E isso é a maior derrota de todas.

  • novembro 30, 2025 AT 18:02
Gabriel Matelo
Gabriel Matelo

É importante contextualizar: a presença da Jamaica na Copa América 2024 foi um marco geopolítico do futebol global. A CONMEBOL, ao convidar seleções da CONCACAF, busca diversificar a competitividade e ampliar o mercado. A Jamaica, com sua crescente base de jogadores profissionais na Europa e sua estrutura de desenvolvimento nacional, representa o futuro da região.

O investimento em análise de dados e psicologia esportiva - algo historicamente negligenciado no Caribe - é um indicador de maturidade institucional. A RastaSport, por sua vez, demonstra como o empreendedorismo local pode se alinhar ao esporte como ferramenta de inclusão social.

Ao invés de romantizar, devemos analisar: a Jamaica não foi um fenômeno. Foi uma evolução.

  • dezembro 2, 2025 AT 06:20
Luana da Silva
Luana da Silva

Posse de bola: 52% vs 48%. Gols: 3-1. O México venceu. O resto é storytelling. A Jamaica teve um bom desempenho. Legal. Mas não muda o fato de que é uma seleção de segunda divisão em termos de qualidade técnica. O hype é exagerado. E o uniforme? Marketing. Ponto.

  • dezembro 2, 2025 AT 18:41
Vanessa Aryitey
Vanessa Aryitey

Então você acha que só o que está nos dados importa? Que o futebol é só números? A Jamaica não jogou para os estatísticos. Jogou para as mães que viram seus filhos pela primeira vez na TV. Para os garotos que não tinham chuteira, mas tinham sonho. Para os que acreditaram mesmo quando o mundo ria.

Se o México venceu por 3 a 1, ótimo. Mas a Jamaica venceu o silêncio. E isso, meu amigo, é um placar que os dados nunca vão registrar.

Se você só enxerga o que está na tabela, você não entendeu nada.

  • dezembro 3, 2025 AT 04:53
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